Backstreet Boys - Parte 2

Essa história começa aqui ~> Parte 1

O BSB voltou ao BR em 2011 com a TIU Tour e eu que dessa vez não marcaria bobeira. As datas e os locais foram anunciados em 2010. Lembro bem que queria muito ir ao show de SP, porque seria no dia do meu aniversário e em um sábado. Não lembro por qual motivo não consegui ir nesse show e acabei indo no show de BH, em plena quarta-feira.

Em 2010, eu conheci a Maria, no Twitter, fã de BSB lá de Manaus. Não lembro mais como nos encontramos no tt e ficamos amigas. Fomos juntas a esse show e participamos juntas no meet dos BSB.

Lembro que o meu planejamento pra esse show foi assim: vou arrumar um emprego só pra pagar essa viagem. E arrumei o emprego no início de fevereiro. O plano era ficar só os 3 meses da experiência e vazar, mas eu acabei ficando nesse emprego até 2013. Claramente faltei ao trabalho para ir ao show. O planejamento foi necessário porque além de precisar do dinheiro para pagar a viagem e o ingresso, eu precisa de dinheiro para pagar o meet & greet deles. O dólar estava mais camarada naquela época, cerca de R$2,10 porque lembro que com menos de R$700,00 eu paguei o Vip Gold:

VIP Gold – 349 dólares:
– Acesso ao souncheck (SC) e a sessão de perguntas e respostas;
– Conhecer os BSB Individualmente;
– Foto individual com os BSB;
– Foto autografada;
– Acesso a loja do show sem fila;
– Credencial comemorativa
– Upgrade de 1 ano na sua anuidade do FC
– Entrada antecipada ao local do show (se disponível)

Foto: Arquivo Pessoal
Fui pra BH e fiquei na casa da Carol. No dia do show, tinha que chegar mais cedo por conta do SC. Cheguei lá, encontrei com a Maria e ficamos juntas o tempo todo. Ela já tinha ido pro show em Brasília e já sabia como era exatamente o SC, então me propôs de irmos juntas na hora da foto pra podermos ter duas fotos com os boys. E assim fizemos. Durante o SC lembro de ficar o tempo todo olhando para o Brian, eu só tinha olhos pra ele. Eles passaram 3 músicas acho, responderam a algumas perguntas e depois disso era o momento das fotos com eles. Em ordem Platinum, Gold e Silver. Depois o Platinum ainda tinha um passeio pelo backstage com um dos boys e mais uma foto. Eu, como era novata não comprei o Platinum, depois me arrependi porque a diferença de valores não era lá tão grande e o boy do passeio em BH foi o Brian, queria morrer? Claro, mas aí não tinha mais o que fazer 😕

O famoso "No hug! No Kiss!" não colou comigo. Afinal depois de todos os anos sonhando em poder ao menos respirar o mesmo ar que eles, sonhando em poder se aproximar deles, ter eles ali na minha cara ~ e pagando por isso ~ não ia poder nem abraçar? Fui, abracei e beijei TODOS. Nessa época eles ainda estavam sem o Kevin.

Sabe quando depois de tantos anos, você jura que sabe exatamente como vai ser o encontro? Previa que não conseguiria abrir a boca, ia travar. Tinha certeza de que não iria me descabelar e nem gritar, porque esse nunca foi meu perfil de fã. Acontece que na hora eu estava super tranquila, super mesmo. Fomos lá, eu e Maria, cumprimentamos eles bem felizes e tiramos nossas fotos. Depois dali, o Q perguntou se estávamos bem e nos entregou a foto autografada ~ foto essa foi roubada de dentro da minha casa.

Foto: Justin Segura/ Arquivo Pessoal
Foto: Justin Segura/ Arquivo Pessoal
Eu não lembro de quase nada depois disso. Tem foto, tem vídeo e eu simplesmente não consigo lembrar de ter visto esse show, não consigo. Eu lembro da abertura com Everybody, More Than That e do encerramento. Eu não sei o que aconteceu, só sei nada me faz lembrar desse show. Eu nem sabia de onde tínhamos assistido ao show, a Maria que me contou sobre isso (em 2015). Passou a tour e eu continuei ligada nas informações. Muita coisa rolou entre 2011 e 2015. Em meados de 2014 começaram os cochichos sobre "BSB vem em 2015 ao BR". E 2015 foi um ano intenso. Teve novas amizades antes da tour, teve documentário, teve reencontro com as amigas do colégio ~ preciso muito agradecer a eles por isso ~ e teve muito planejamento e realização.

E eu achei que não teria tanta coisa pra falar, mas vou fazer mais uma parte porque a Tour In A World Like This merece, porque além de ter sido grandiosa em minha vida aconteceu muita coisa.

Backstreet Boys - Parte 1

Ahhhhh Backstreet Boys, minha vida não seria assim se eles não tivessem entrando nela, pois eu aprendi a ser fã - alias tem como aprender isso? - com eles. E lá se vão quase 20 anos. Faz tempo que programei para escrever sobre isso e agora resolvi fazer porque há poucos dias, me decepcionei bastante com um deles. Bora lá?

Eu não sei dizer quando me tornei fã dos BSB, mas lembro bem de ter comprado o cd deles em uma promoção por R$10, em uma época que esse valor poderia ser considerado alto. Comprei o Backstreet's Back e o Uma Outra Estação da Legião Urbana por esse valor no Carrefour. Comprei o cd do BSB sem saber direito quem eles eram e por achar uma música legal. A música era Everybody e eu não fazia a menor ideia da revolução que esse álbum faria na minha vida.


Ouvi esse cd algumas vezes e achei ele realmente muito bom, mas lá pelos idos de 97/ 98 ter internet era um luxo e ainda assim bem complexo, muitos devem lembrar ou pelo menos ouviram histórias sobre. Então eu não tinha a menor ideia de quem eram os 5 caras por trás daquele nome, a única visão que eu tinha dos BSB eram as imagens do encarte do cd e do clipe de Everybody que não diziam quase nada, porque as fotos do encarte são ruins e no clipe é difícil de ver eles. Alias eu acho as fotos desse encarte feias até hoje.

Foto: Reprodução encarte cd Backstreest's Back.
Foto: Reprodução encarte cd Backstreest's Back.
Mas depois de ter o cd, eu acabei gostando de quase todas aquelas músicas que eu ouvia, mesmo sem saber exatamente quem era a boy band, eis que um belo dia, cheguei do colégio e fiz o meu ritual de sempre: joguei a mochila no sofá e liguei a tv na Mtv. Estava passando o clipe de As Long As You Love Me, exatamente no trecho de transição do Brian pro Nick (essa da imagem abaixo) e eu literalmente cai sentada. Me apaixonei de imediato por aquele rosto, com aquele queixo quadrado e aquele par de olhos azuis.

Foto: reprodução do clipe de As Long As You Love Me/ You Tube.


Começava aí a minha saga de fã. Até então eu nunca tinha sido fã de ninguém. Nada tinha me despertado esse amor incondicional. NADA. Era uma época complexa pra ser fã, porque a internet era bem precária e as fontes de informações eram fã clubes, Mtv e revistas.

Sendo fã de BSB, eu conheci as minhas amigas de colégio: Pati, Dani, Paola, Sandra, Scheila, Aline e Vanessa. Cada uma com seu preferido e mesmo sendo amigas existia aquele desafeto interno. Eramos chamadas de Backstreet Girls e por muitas vezes motivo de piada, mas a gente não ligava. Essa união nos rendeu 1º lugar na gincana do colégio, porque sim levamos muito a sério e cumprimos todas as provas. O que nos fez carregar uma melancia imensa do mercado até o colégio! Fomos revesando o carregamento por algumas quadras, deu tudo certo, mas eu nunca soube que fim teve a tal melancia. Que por sinal foi a única, então poderíamos ter apenas comprado uma qualquer que os pontos da prova seriam nossos. E também fizemos uma união em prol da votação da escolha do novo uniforme do colégio da forma que NÓS queríamos. Obviamente deu certo e a nossa escolha saiu vencedora. Detalhe: o logo do colégio que seria estampado no uniforme, era uma das provas da gincana, nós pedimos para um de nossos colegas desenhar pra gente, então não era apenas escolher as peças do novo uniforme, era ter o logo que tinha ganho a prova estampado no novo uniforme. Saímos vencedoras em 1999 e cheias de orgulho de nossas conquistas no colégio, porque além disso fomos todas aprovadas e sem recuperação. Esse uniforme ainda é o mesmo utilizado no colégio nos dias atuais.

Foto: minha coleção/ arquivo pessoal
Perdi as contas de quanto dinheiro gastei nessa vida com eles. Naquela época gastei muito em revistas e posteres, tinha uma conta na banquinha e preferência na compra. Tudo que chega deles era reservado pra mim, se eu não quisesse ~ algo raro ~ ia pra venda. Eu pegava as coisas e ia pagando aos poucos. Gastei muito dinheiro assim, muito mesmo. A minha coleção é grande e eu não tenho coragem de me desfazer dela. Está tudo guardado dentro da minha antiga escrivaninha. Era o que eu podia fazer. Naqueles dias tudo era muito caro! R$5,00 era muito dinheiro. Eu podia comprar as coisas que saiam no Brasil, que eram os cds e as revistas. Quando resolveram lançar alguns do singles, lembro que já tinha alguns importados, que havia ganho da minha mãe de aniversário, então comprei somente os que não tinha dos que saíram no BR que foram 3 ~ se tem uma coisa que me arrependo hoje é de não ter comprado todos eles porque se tem uma coisa na qual os BSB são especialistas é em lançar dezenas de versões diferentes de singles e álbuns.

Sei que esse meu amor pelo BSB teve uma pausa grande entre 2001 e meados de 2008. Conheci novos amores e lembro que me afastei de forma quase completa nesses anos. Não sabia de quase nada, pouco procurava me informar também. Demorei a saber da saída do Kevin, não fazia ideia dos problemas do AJ e do Nick, demorei a saber que eles casaram e se estavam quase todos com filhos. Lá pelo segundo semestre de 2008, lembro que veio a confirmação de que eles voltariam ao Brasil em 2009 com a Unbreakable Tour e pensei "olha tem show em março, até lá posso me programar e ir, agora ainda está muito cedo". Resultado: lembrei do show exatamente no dia e não tive como ir. Mas aí eu já havia voltado para esse mundo, não tinha mais tanta proximidade com as amigas da época do colégio, mas o amor estava vivo. E nunca neguei esse amor por eles, mesmo que já estivesse convivendo em um meio musical com outro estilo e julgado por ser preconceituoso.

A próxima tour que veio ao BR, foi em 2011 e nessa eu fui!

Mas, isso é assunto pro próximo post porque esse aqui já ficou gigante 😊

Top 5 - Livros 2016

Eu li tão pouco em 2016 que nem um top 10 pode ser feito 😞

Algo que esqueci de mencionar no post das metas é que um dos motivos pelo quais eu li pouco foi porque priorizei as séries, então isso aliado com muita preguiça resultaram em poucas leituras mesmo. Posso falar sobre as séries? Não, porque eu realmente não assisti tantas assim, mas vi temporadas inteiras das que eu estava atrasada e a que me chamou mesmo atenção foi Containment e eu falei sobre ela aqui.

Eu mais uma vez inicie a leitura do livro do "Facing the Music And Living To Talk About It" do Nick Carter, mas ainda não terminei por um motivo simples: o livro é MUITO REPETITIVO, fala várias vezes a mesma coisa: você pode, você consegue, procure ajuda de um profissional, comportamento destrutivo. Mas conta algumas coisas legais sobre a carreira dele e dos BSB - a vida pessoal dele nunca me interessou então ter certeza do pandemônio que ele vivia é angustiante.

Tirei da meta do ano passado, no meio do caminho alguns livros porque eu ainda tinha a esperança de cumprir a meta de ler 12, mas eu fiz duas escolhas bem erradas e isso só atrapalhou. "Onde A Lua Não Está" do Nathan Filer e "Uma Constelação de Fenômenos Vitais" do Anthony Marra. As duas leituras se arrastaram. O livro do Marra é bom, tem um plano de fundo histórico que vai amarrando a história os personagens uns aos outros, todos os personagens tem uma relação de vida diretamente ligadas sem fazerem ideia disso, cada passo dado só os liga mais. Já o livro do Filer eu realmente achei confuso e isso o tornou chato, acho que isso é consequência da história ser narrada por um personagem que tem esquizofrenia, confesso que não conheço a doença e se ela é assim, realmente a vida de um doente é muito complicada. E falando no livro do Marra tive várias vontades de largar ele no meio do caminho por conta de opiniões como essas emitas no livro por uma menina de apenas 8 anos:

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Vendo o resultado da meta completa está no meu perfil do Skoob dá pra ver que eu comecei bem o ano, li 3 livros em janeiro depois disso a coisa desandou de vez...

1. Garotas de Vidro - Laurie Halse Anderson
2. Passarinho - Crystal Chan
3. Amores Impossíveis e Outras Perturbações Quânticas - Lucas Silveira
4. Transbordar - Leandro Neko & Anna Sofya
5. Battle Royale - Koushun Takami

Imagem: We heart it
Eu deixei em rascunho três resenhas dos livros que li (dois desse ano e uma ainda do ano passado) e acabei não fazendo, quero ver se faço nos próximos dias todos os posts que planejei em 2016 para esse ano. Vamos ver como 2017 será.

Metas 2017 x Metas 2016


Não passei nem perto de cumprir as metas de 2016, mas cumpri algumas e evolui em outras, porém em algumas eu realmente não fiz nada. Das coisas que me propus a fazer em 2016, mantenho quase as mesmas para 2017, vamos ver como será.

Metas 2017:
- Ler 1 livro por mês;
- Assistir 1 show por mês;
- Emagrecer 1 quilo por mês;
- Escrever 1 post por semana aqui no blog;
- Economizar 10% do salário todos os meses;
- Viajar;
- Passar mais tempo com a Lelê;
- Falar mais baixo dentro de casa;
- Estudar inglês e espanhol;
- Comprar somente o necessário;
- Dormir melhor.

Abaixo como eram as metas de 2016, sendo que em vermelho estão as não cumpridas, em laranja as que tive evolução e em verde as cumpridas.

Metas 2016:
- Emagrecer 1 quilo por mês: nem perto disso, mantenho a meta pra esse ano por questão de saúde mesmo, já estou me exercitando como posso e dentro do meu limite desde dezembro.
- Escrever 1 post por semana aqui no blog: então não rolou por vários motivos, mas o que eu mais quis escrever eu escrevi, vou ver como será esse ano.
- Economizar 10% do salário todos os meses: não tive a menor condição de economizar NADA, tentarei esse ano.
- Ir ao cinema ver os tão aguardados lançamentos: nem lembro de ter ido ao cinema em 2016.

- Ler 1 livro por mês: cheguei perto, fiquei em 10 livros no ano.
- Passar mais tempo brincando com a Lelê: melhorei, mas ainda é preciso mais.
- Falar mais baixo dentro de casa: essa é difícil, mas eu realmente me esforcei bastante, porque eu sempre fui acostumada a falar alto.
- Dormir melhor: dá pra melhorar bastante nisso aqui, até porque dormir é maravilhoso.
- Estudar inglês e espanhol: não passei nem perto disso, inglês indiretamente eu aprendi uma coisa ou outra o ano todo porque realmente é uma língua que está sempre muito presente no dia a dia.

- Assistir 1 show por mês: teve mês que rendeu bem mais que 1 show por mês, fui bem feliz nesse quesito.
- Viajar: viajei para SC, SP e Ponta Grossa pra ver show, considero a meta cumprida com sucesso e acima do esperado. Teve uma viagem para SC que não foi pra show.
- Comprar somente o necessário: sucesso absoluto nesse quesito.

Top 10 - Músicas 2016

E não que 2016 tá mesmo acabando? Passei por uns meses que me pareceram intermináveis e alguns bem dias negros, mas lembrando das coisas que eu vivi, até que não foi de todo ruim. E o que ajudou nisso? Música! Sempre ela, sempre salvando.
A salvação é uma canção
A imensidão em minhas mãos...
Fresno - A Sinfonia de Tudo Que Há
O Spotify me boicotou esse ano, não recebi a minha retrospectiva do ano a playlist aparece, mas eu não sei qual a lógica usada nela, porque lá aparecem, por exemplo 9 músicas do Cidade Negra e eu só ouvi essas músicas em novembro e uma única vez, que foi logo após o show que foi no dia 6 de novembro. Segue a retrospectiva segundo a playlist do Spotify:
  1. Fresno
  2. Jamie Cullum
  3. O Amor Existe
  4. Bon Iver
  5. Eskimo
  6. DRC
  7. Suricato
  8. Terceira Edição
  9. Nine Inch Nails
  10. Cidade Negra
Imagem: @blue - Favim.com
Já meu iTunes, sei que o resultado seria diferente se eu não tivesse me irritado com a versão nova dele e voltado pra antiga - não sem antes ter que enfrentar alguns problemas - não teria zerado a minha contagem. Serviu pra eu ter certeza que não quero atualizar o iTunes tão cedo de novo, alias só atualizo se eu for obrigada porque a versão 12.4.1.6 é a última que eu consegui me entender.
  1. Jamie Cullum
  2. Fresno
  3. DRC
  4. A Banda Mais Bonita
  5. Cícero
  6. Green Day
  7. Playmobille
  8. Visconde
  9. Pearl Jam
  10. Paramore
Fato é que esse ano foi basicamente de Fresno e Jamie Cullum, foi sim o que eu mais ouvi, tanto que as posições do Spotify pro iTunes só se inverteram. Eu vi 8 shows da Fresno em 2016 e só não vi o Jamie Cullum porque eu não tive tempo hábil para me programar financeiramente para mais uma viagem a Sampa em 2016, ainda estou muito triste com isso, mas não tem muito o que fazer. Eu jurei que ouviria muito BSB esse ano, mas o disco novo prometido pra 2016 deve sair só em 2017 e olhe lá, porque agora eles só falam e pensam em Vegas.

Algumas bandas são recorrentes, outras entram em saem desde 2013 - ano que comecei a postar isso - mas uma coisa é verdade eu ouço bem mais coisas, o problema mesmo é o vício em certas músicas e/ ou discos. A música que eu mais ouvi esse ano é "I'm Glad There Is You" do Jamie Cullum.



E o disco que eu mais ouvi esse ano foi o Ciano da Fresno.



No mais, que venha 2017.

Chegou a hora...

E mais um ano DAQUELES está terminando.
Foi difícil? Foi!
Foi ruim? Não!

Todo ano tem seus momentos né?
Mas não posso reclamar de tudo que esse 2016 me trouxe.

Mas o assunto hoje é YouTube! Nunca fui fã, mas esse ano algo mudou e eu me tornei inscrita assídua de alguns canais.

Ontem, o YT lançou um vídeo mostrando os pontos altos do ano na rede. Super bem produzido, por sinal. Mas como meu forte ainda não é esse, eu não consegui sacar todas as referências 😎



Atualização: o Lucas Neto publicou um vídeo hoje (09/12) que explica direitinho todas as referências do vídeo retrospectiva do You Tube e saiu uma matéria aqui que explica mais detalhes ainda. #YouTubeRewind

Fidel

Foi a primeira coisa que soube do dia de hoje: morre Fidel Castro. Choque, porque a mim ele parecia um daqueles homens que nunca iriam morrer.

Ou como disse hoje para uma amiga: acreditava em uma teoria da conspiração daquelas que nunca revelariam a morte de um líder como Fidel Castro.

Morre o homem.
Nasce o mito.

2016: o ano que matou Fidel Castro.

Hasta la vista,
Hasta la victoria,
Hasta siempre, Fidel!

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